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                              ESTAMOS MIGRANDO PARA 

               http://liliadiniz.blogspot.com.br/                                                          



Escrito por lilia diniz às 13h54
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Ilustação: Manoela Afonso - http://manoelaafonso2.zip.net/



Escrito por lilia diniz às 07h15
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Juizo meu num assuntô

quando jurei oiá e num te vê

marquei carrêra, foi bestage

quede perna pra corrê?

fui ficano e pelejano

meu passarim pensamento

voa sempre pra ocê

 

Óios meu besta que é

caiu na gaiola do teu oiá

veve agora dos restim

que sobra do teu  gostá


 

FOTO:http://serjaoazevedo.blogspot.com/2009/05/arapuca.html



Escrito por lilia diniz às 23h58
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Fuxico de Passarim

 

Cadê rouxinol

cadê bico de brasa

cadê tico-tico

cadê fogo pagou

será que de tanto

ouvir meu penar

avoaram e se foram

buscar meu amor

 

Cadê jaçanã

cadê bem-te-vi

cadê sabiá

que hoje não cantou

será que de tanto

ouvir meu lamento

avoaram e se foram

buscar meu amor

 

Que todo mundo sabe

periquito já contou

arara já deu notícia

joão de barro  espalhou

juriti anda dizendo

que tou roxinha de amor



Escrito por lilia diniz às 21h43
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Escrito por lilia diniz às 21h37
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Escrito por lilia diniz às 21h36
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Escrito por lilia diniz às 21h35
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Escrito por lilia diniz às 04h20
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Escrito por lilia diniz às 04h18
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Escrito por lilia diniz às 00h43
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Catando bascui

 

Habita em mim

a singela casa

da minha infância

 

Na fartura do quintal

o limoeiro traquino

florido sempre

adoçando meus ouvidos

com os cantares diários

do passaredo em festança

 

O velho sabugueiro

perfuma abril em flores

curando febres

estouradas em cataporas

e alucinações

em labaredas

 

O telhado de cavacos

pesa sobre o tempo

que insiste não passar

 

Lamparinas atrepadas

nas paredes de taipa

incandeiam a imensidão

dos meus olhos meninos

 

Sala

quarto

cozinha

abrigam o quase nada de mim

 

Mas é lá no terreiro

barrido todo amanhecer

pelas cuidadosas mãos de meu pai

que brinco de catar

restos de sonhos e lembranças



Escrito por lilia diniz às 00h42
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O rio passa

as barrancas ficam

embora nunca as mesmas

que o rio leva e lava

areia

barro

pedra

gente

deixando ou levando

alguma poesia

no que se pensa

de água

correnteza

curvas

peixes

gente

 



Escrito por lilia diniz às 08h13
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A vocês um farto gole de versos

que jorram pelos meus olhos,

boca, mãos, pés, sexo e coração.

 

MIOLO DE POTE EM CANTIGAS E VERSOS - SESI TAGUATINGA DF 2010 - FOTO:ALICE DINIZ



Escrito por lilia diniz às 18h32
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MEUS PAIS - ALICE E  JOSÉ

 

Alicezé

 

Filha de mãe cearense

aprendi desde cedo

ser mulher vivedeira.

 

Meu pai carpinteiro

lavrou cada pé de pau

como quem lavra a vida.

 

Inquieta, minha mãe

ensinou-me

que é preciso ter pressa

correr à frente

para alcançar os sonhos.

 

Paciente,

meu velho carpinteiro

plainou sonhos em mim

cravou verdades

lixou incertezas.

 

Forças

opostas

me apontaram

os caminhos que

escolhi trilhar.

MIOLO DE POTE EM CANTIGAS E VERSOS - SESI TAGUATINGA DF 2010 - FOTO:ALICE DINIZ



Escrito por lilia diniz às 18h30
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CARLINHOS PIAUI - MININO DO CORRÉGO CRISPIM

Tocantins(Carlinhos Veloz)

 

Do lado daquela cidade

Existe um rio de eternidade

Amores e barcaças

E barra - ncas e capins

Tucunaré piau e um matagal que é sem igual

Riacho do cacau a desaguar

No Tocantins

Toca essa água

toca essa mágoa

Toca e deságua Tocantins

E quando é noite enluarada a água toda

Prateada atrai a meninada para

O Tocantins

E tudo então se faz canção às cordas de um violão

Nas mãos de um poeta lá

No Tocantins

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MIOLO DE POTE EM CANTIGAS E VERSOS - SESI TAGUATINGA DF 2010 - FOTO:ALICE DINIZ



Escrito por lilia diniz às 18h28
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